Cathy Freeman atleta aborígene campeã olímpica.  Inserido Friday 13 June 2008 12:06

Blogue de pgalego : Atletismo, Cathy Freeman atleta aborígene campeã olímpica.

Na tatuagem estampada a negrito no seu braço direito, lê-se: "Eu sou Cos livre." Os seus ténis de competição vermelho brilhantes, contrastam com o preto e amarelo, cor da sua amada bandeira aborígine australiana, com ela enrolada após terminar as corridas, recebendo aplausos e ovações.

Cathy Freeman orgulha-se de ser uma estrela como atleta, orgulhosa por ser nativa australiana.

Foi a primeira atleta aborígene da Austrália a representar o país nas Olimpíadas (em 1992), Cathy nascida em 16 de fevereiro de 1973, quebrou um tabu, que jamais se pensaria ser possível num país com raízes profundas no racismo contra os seus próprios nativos.

Embora a sua carreira desfolhava-se rápido como uma página solta, até atingir o topo da classe mundial sem precedentes históricos no atletismo, ela foi objecto de uma mistura de controvérsia e de louvor, graças á paixão ostensiva e desenfreada da sua herança.

Num gesto genuíno e corajoso, em 1994 os Jogos da Commonwealth, Cathy após a sua vitória, deu a volta de honra com a bandeira aborígene enrolada nos ombros, mais tarde carregou a bandeira australiana. Foi uma proclamação pública dos direitos políticos aborígenes, numa poderosa declaração.


Cathy declarou ao New York Times, "O tempo dirá quando eu poderei ser um instrumento na política e assuntos aborígines. Mas agora, acho que estou fazendo uma grande parte desse papel."

A sua proclamação dos direitos foi objecto tanto de crítica e de louvores públicos australianos e inclisivé das entidades oficiais. Em 1994 com o seu gesto, ela recebeu mais de 5000 faxes de apoio após a sua vitória, incluindo um do então primeiro-ministro australiano Paul Keating. Mas ela também foi alvo de pesadas críticas de Arthur Tunstall, Presidente do Comité Australiano dos jogos da Commonwealth.

Ela continuou sendo prejudicada, não obstante o seu talento e glória que trouxe para a Austrália. Ela atrai tanto a crítica dos média e do público em geral reprovando o seu orgulho na sua cultura, que deveria ser mantido em silêncio. Houve ainda um apelo para a sua nomeação como porta-estandarte da bandeira Australiana para a Cerimónia de Abertura dos Jogos olímpicos de Sydney 2000, criando enorme celeuma e com imensas declarações escritas contra a sua escolha.

"Eu queria mostrar o orgulho de quem sou e de onde eu venho. Gostaria muito de um dia sair para o mato e passar algum tempo com os anciãos da minha cultura, e voltar para as minhas raízes", afirmou Cathy.

A resposta negativa não a desencorajou a demonstrar o seu orgulho na cultura aborígene de qualquer das formas. Após a sua vitória nos 400 mts do Campeonato Mundial 1997, ela repetiu a façanha de 1994.


Mas em 1998, foi nomeada figura do ano australiana, uma das maiores honras civis na Austrália. Em 1990 ela tinha sido a jovem do ano australiano, fazendo dela a única pessoa reconhecida com ambas menções honrosas. Talvez reconhecida como australiana, não aborígene, a bandeira acompanhou-a na revalidação do título mundial no Campeonato do Mundo 1999. Ela foi posteriormente seleccionada para transportar a tocha olímpica no último trajecto da chama olímpica.

Depois de iluminação da tocha, Cathy citou: "Muito do que eu fiz é aborígine. Este facto deve ser comemorado, e não abusado. Eu amo o habitat de onde eu venho, mas não estou nas Olimpíadas para ser figura política. Não penso para mim qual a próxima etapa no reconhecimento aborígene. "Enquanto alguns podem tomar isto como um pensamento hipócrita de alguém que pensa ser um percursor dos direitos aborígines, na realidade, apenas quero provar que as minhas acções são espontâneas e não planeadas. São ditadas do meu interior, sem uma reflexão e consequência, negativa ou positiva.

Entre uma infinidade de prémios, Cathy foi nomeada para os Laureus do desporto como Atleta Feminino do Ano 2000, equivalente a um Óscar desportivo. Ela integrou 16 equipas de estafetas da Austrália, 5 campeonatos do Mundo, 3 Jogos Olímpicos, e 3 Jogos da Commonwealth, 2 campeopnatos do Mundo Juniores, 2 campeontanos mundiais indoor, e uma Taça do Mundo. Com um palmarés de 13 medalhas em grandes competições internacionais, 7 das quais foram de ouro. Ela estabeleceu 9 recordes australianos, sendo ainda recordita dos 400 mts da Commonwealth. Sexta marca mundial nos 400 mts.

Uma promotora destemida da cultura aborígine, Cathy Freeman provou ao mundo com o seu talento desenfreado e sem limites, com forte determinação pessoal e habilidade natural, o poder de reconhecimento de uma cultura ancestral.

 

Fonte: Runnersworld América

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Usain Bolt estabelece novo máximo mundial nos 100 mts no Reebok Grand Prix.  Inserido Sunday 01 June 2008 21:03

Blogue de pgalego : Atletismo, Usain Bolt estabelece novo máximo mundial nos 100 mts no Reebok Grand Prix.

O melhor estava guardado para a última prova no Icahn Stadium, em Nova York, no sábado à noite. O Jamaicano Bolt, o sprinter de elite mais alto do mundo, obteve a sua melhor performance perante o duelo anunciado com Tyson Gay, cortando a linha de meta em 9,72, eclipsando o seu conterrâneo Asafa Powell, com o anterior máximo do mundo de 9,74. Gay, campeão do Mundo 2007 e Atleta do Ano da prestigiada revista Track & Field, foi segundo com 9,85. "Basta vir aqui, conhecer muitos jamaicanos, que me vieram apoiar, isso significou muito" comentou Bolt. "Eu só queria dar-lhes aquilo que eles queriam." Gay afirmou "obviamente, tenho algum trabalho a fazer" e "neste momento, tiro o chapéu a Bolt".

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Novo recorde dos 3.000 mts obstáculos.  Inserido Sunday 01 June 2008 20:41

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No meetiing realizado em Neerpelt, na Bélgica, Sara Moreira estabeleceu novo recorde nacional dos 3.000 m obstáculos, com um tempo de 9.34,30,  que teve como vencedora  a etíope Sofia Assefa, com 9.33,65. O anterior máximo fora estabelecido por Inês Monteiro, com o tempo de 9.39,20. Não era de esperar que na  primeira prova da época de pista, a atleta do Maratona clube de Portugal bate-se a sua melhor marca pessoal por cerca de oito segundos, bem como o recorde nacional da distância, sendo um bom indicativo para os Jogos Olímpicos. "Correu muito bem. Andei na frente a impor o andamento até duas voltas do fim", disse Sara.

No mesmo meeting Alberto Paulo melhorou a sua marca pessoal terminando com o tempo 8.33,25, 9º classificado, nos 3.000 mts obstáculos, Pedro Ribeiro foi 12º com a marca de 8.45,50, venceu a prova o atleta etíope Mesfin Nahom com 8.14,68

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Com a performance em Hengelo, Gebrselassie ganhou o bilhete para Pequim?  Inserido Wednesday 28 May 2008 21:38

Blogue de pgalego : Atletismo, Com a performance em Hengelo, Gebrselassie ganhou o bilhete para Pequim?

O Recordista mundial da maratona Gebrselassie, tem dado muitas indicações que não quer correr a maratona em Pequim, o bicampeão olímpico dos 10.000 mts, afirma que depois do segundo lugar, com a marca de 26:51.20 na distância em Hengelo na Holanda, "Cumpri o meu objetivo. Eu queria correr abaixo dos 27 minutos. O tempo é bom, se me permite ir a Pequim. Mas nada está decidido ainda. A escolha depende da minha federação e dos restantes atletas. Nunca se sabe. Se os outros atletas forem mais rápidos, terão o meu lugar. Temos de esperar para as próximas provas de 10.000 mts, em Eugene e Berlim. " É provável que os dois homens mais rápidos na Etiópia, para os 10.000 mts, irão representar a equipa olímpica, o actual campeão Kenenisa Bekele e Sileshi Sihine, que ganhou em Hengelo, em 26:50.52. No que diz respeito à uma maratona olímpica, Gebrselassie afirma: "Estou muito confiante em correr a maratona dos jogos olímpicos 2012”.

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Recordista Americano dos 3.000 mts obstáculos falha jogos olímpicos.  Inserido Wednesday 28 May 2008 20:51

Blogue de pgalego : Atletismo, Recordista Americano dos 3.000 mts obstáculos falha jogos olímpicos.

Daniel Lincoln recordista Norte-Americano dos 3000 mts obstáculos com 8:08.82. Venceu por três vezes os campeonatos dos USA, nos 3.000 mts obstáculos, sendo 11º classificado nos Jogos Olímpicos de 2004. O seu antigo treinador, John McDonnell, informou que Lincoln, foi sujeito a uma intervenção cirúrgica ao tendão de Aquiles, "ele não vai ter tempo suficiente para regressar" para os Trials Americanos (provas de selecção). McDonnell, que apelida Lincoln "um dos atletas mais duros, que eu já orientei", acredita que Lincoln, era um sério candidato a uma medalha olímpica, e "ele estaria pronto para correr abaixo de 8:00" se não fosse a sua lesão no tendão de Aquiles. Lincoln está de volta á sua escola médica. "Daniel tem uma grande carreira", afirma McDonnell, ambicionando que Lincoln possa ter um grande futuro.

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