Novo recorde dos 3.000 mts obstáculos, proeza de Jéssica Augusto.  Inserido Saturday 14 June 2008 05:25

Blogue de pgalego : Atletismo, Novo recorde dos 3.000 mts obstáculos, proeza de Jéssica Augusto.

Jéssica Augusto estreante na prova dos 3000 metros Obstáculos do meeting de Huelva, estabeleceu novo recorde nacional, batido por Sara Moreira há sensivelmente duas semanas. Jéssica Augusto 3ª classificada com a marca de 9.22,50, retirando 12 segundos ao anterior recorde de Sara Moreira, de salientar que a vencedora Eunice Jepkorir alcançou a melhor marca mundial do ano em 9.11,18, Clarisse Cruz 9ª classificada com 9.44.94 conseguiu obter mínimo "A" para os jogos olímpicos, Sandra Teixeira foi 14ª classificada com 10.00,69.

Competiram também Mário Teixeira 7º classificado com o tempo de 8.30,15 mínimo "B" para as próximas olímpiadas, Pedro Ribeiro 10º classificado com 8.42,30, em prova ganha pelo etíope Nahon Mesfim com a marca de 8.14,25,  Hélio Gomes 2º classificado nos 1.500 mts final B do meeting com 3.43,19, nos 1.500 mts femininos Sara Moreira foi 7ª classificada em 4.13,32

Destaque para o recorde do meeting alcançado pelo atleta etíope Sileshi Sihine nos 5.000 mts com a marca de 12.58,41.

O IV meeting Ibero-Americano de Huelva, teve resultados relevantes a nível internacional, em várias das especialidades, nas quais estiveram presentes bons atletas de classe mundial.

Resultados http://www.rfea.es

Link permanente

Dayron Robles com novo recorde mundial dos 110 mts barreiras.  Inserido Friday 13 June 2008 13:09

O atleta cubano Dayron Robles de 21 anos de idade, estableceu novo recorde dos 110 mts barreiras com o tempo de 12,87 segundos, no meeting Golden Spike de Ostrava, eclipsando o campeão olímpico Liu Xiang, com a sua anterior marca de 12,88.

"É um bom tempo. Uau, eu não esperava isto", disse Robles, cujo melhor registo anterior era 12,92 segs.

O recordista mundial dos 100 mts Usain Bolt, venceu os 200 mts em 19,83 segundos, marca mundial mais rápida do ano.

Na sua primeira corrida, após quebrar o recorde dos 100 mts, Bolt ainda não decidiu se irá participar nos dois eventos nas Olimpíadas, sendo esta a segunda marca mais rápida nos 200 mts, ainda longe do seu melhor de 19.75 secs, conseguidos no ano passado.

"É a minha primeira corrida do ano nos 200 mts, eu estou muito feliz com o meu tempo", disse Bolt, que irá correr nos próximos campeonatos nacionais da Jamaica nos dias de 27 e 29 de junho.

Robles é o segundo atleta cubano a deter o recorde mundial dos 110 mts barreiras, após o seu compatriota Alejandro Casañas recordista entre 1977 e 1979.

No painel digital lia-se 12,88, antigo recorde de Xiang, demorou quase dois minutos antes de ser ajustado para a nova marca.

"Quando eu vi .87, fiquei louco", acrescentou Robles. "Eu não posso explicar se foi uma corrida perfeita, mas penso que posso correr mais rápido."

O veterano americano Terrence Trammell, duplo campeão Olímpico e vice-campeão mundial em título, terminou num distante segundo lugar, em 13,21.

Xiang está sob pressão para defender o ceptro olímpico em solo chinês em Pequim, agora tem um grande desafio entre mãos.

Robles detêm sete dos oito registos mais rápidos dos 60 mts indoor do ano, o seu melhor de 7,33 segs próximo de Welshman Colin Jackson's recordista de longa data nos 60 mts indoor com 7,30.

"Quando ele correu 7,33 indoor, eu sabia que ele era capaz de estabelecer ambos os recordes indoor e outdoor", disse Santiago Antunez treinador de Robles.

"Ele estava sentindo grande confinaça e eu estava esperançado em algo mágico. Bater um recorde mundial, tem que ter uma corrida perfeita, quase sem falhas. Aqui foi fácil".

Fonte: BBC news.

Link permanente

Cathy Freeman atleta aborígene campeã olímpica.  Inserido Friday 13 June 2008 12:06

Blogue de pgalego : Atletismo, Cathy Freeman atleta aborígene campeã olímpica.

Na tatuagem estampada a negrito no seu braço direito, lê-se: "Eu sou Cos livre." Os seus ténis de competição vermelho brilhantes, contrastam com o preto e amarelo, cor da sua amada bandeira aborígine australiana, com ela enrolada após terminar as corridas, recebendo aplausos e ovações.

Cathy Freeman orgulha-se de ser uma estrela como atleta, orgulhosa por ser nativa australiana.

Foi a primeira atleta aborígene da Austrália a representar o país nas Olimpíadas (em 1992), Cathy nascida em 16 de fevereiro de 1973, quebrou um tabu, que jamais se pensaria ser possível num país com raízes profundas no racismo contra os seus próprios nativos.

Embora a sua carreira desfolhava-se rápido como uma página solta, até atingir o topo da classe mundial sem precedentes históricos no atletismo, ela foi objecto de uma mistura de controvérsia e de louvor, graças á paixão ostensiva e desenfreada da sua herança.

Num gesto genuíno e corajoso, em 1994 os Jogos da Commonwealth, Cathy após a sua vitória, deu a volta de honra com a bandeira aborígene enrolada nos ombros, mais tarde carregou a bandeira australiana. Foi uma proclamação pública dos direitos políticos aborígenes, numa poderosa declaração.


Cathy declarou ao New York Times, "O tempo dirá quando eu poderei ser um instrumento na política e assuntos aborígines. Mas agora, acho que estou fazendo uma grande parte desse papel."

A sua proclamação dos direitos foi objecto tanto de crítica e de louvores públicos australianos e inclisivé das entidades oficiais. Em 1994 com o seu gesto, ela recebeu mais de 5000 faxes de apoio após a sua vitória, incluindo um do então primeiro-ministro australiano Paul Keating. Mas ela também foi alvo de pesadas críticas de Arthur Tunstall, Presidente do Comité Australiano dos jogos da Commonwealth.

Ela continuou sendo prejudicada, não obstante o seu talento e glória que trouxe para a Austrália. Ela atrai tanto a crítica dos média e do público em geral reprovando o seu orgulho na sua cultura, que deveria ser mantido em silêncio. Houve ainda um apelo para a sua nomeação como porta-estandarte da bandeira Australiana para a Cerimónia de Abertura dos Jogos olímpicos de Sydney 2000, criando enorme celeuma e com imensas declarações escritas contra a sua escolha.

"Eu queria mostrar o orgulho de quem sou e de onde eu venho. Gostaria muito de um dia sair para o mato e passar algum tempo com os anciãos da minha cultura, e voltar para as minhas raízes", afirmou Cathy.

A resposta negativa não a desencorajou a demonstrar o seu orgulho na cultura aborígene de qualquer das formas. Após a sua vitória nos 400 mts do Campeonato Mundial 1997, ela repetiu a façanha de 1994.


Mas em 1998, foi nomeada figura do ano australiana, uma das maiores honras civis na Austrália. Em 1990 ela tinha sido a jovem do ano australiano, fazendo dela a única pessoa reconhecida com ambas menções honrosas. Talvez reconhecida como australiana, não aborígene, a bandeira acompanhou-a na revalidação do título mundial no Campeonato do Mundo 1999. Ela foi posteriormente seleccionada para transportar a tocha olímpica no último trajecto da chama olímpica.

Depois de iluminação da tocha, Cathy citou: "Muito do que eu fiz é aborígine. Este facto deve ser comemorado, e não abusado. Eu amo o habitat de onde eu venho, mas não estou nas Olimpíadas para ser figura política. Não penso para mim qual a próxima etapa no reconhecimento aborígene. "Enquanto alguns podem tomar isto como um pensamento hipócrita de alguém que pensa ser um percursor dos direitos aborígines, na realidade, apenas quero provar que as minhas acções são espontâneas e não planeadas. São ditadas do meu interior, sem uma reflexão e consequência, negativa ou positiva.

Entre uma infinidade de prémios, Cathy foi nomeada para os Laureus do desporto como Atleta Feminino do Ano 2000, equivalente a um Óscar desportivo. Ela integrou 16 equipas de estafetas da Austrália, 5 campeonatos do Mundo, 3 Jogos Olímpicos, e 3 Jogos da Commonwealth, 2 campeopnatos do Mundo Juniores, 2 campeontanos mundiais indoor, e uma Taça do Mundo. Com um palmarés de 13 medalhas em grandes competições internacionais, 7 das quais foram de ouro. Ela estabeleceu 9 recordes australianos, sendo ainda recordita dos 400 mts da Commonwealth. Sexta marca mundial nos 400 mts.

Uma promotora destemida da cultura aborígine, Cathy Freeman provou ao mundo com o seu talento desenfreado e sem limites, com forte determinação pessoal e habilidade natural, o poder de reconhecimento de uma cultura ancestral.

 

Fonte: Runnersworld América

Link permanente

Usain Bolt estabelece novo máximo mundial nos 100 mts no Reebok Grand Prix.  Inserido Sunday 01 June 2008 21:03

Blogue de pgalego : Atletismo, Usain Bolt estabelece novo máximo mundial nos 100 mts no Reebok Grand Prix.

O melhor estava guardado para a última prova no Icahn Stadium, em Nova York, no sábado à noite. O Jamaicano Bolt, o sprinter de elite mais alto do mundo, obteve a sua melhor performance perante o duelo anunciado com Tyson Gay, cortando a linha de meta em 9,72, eclipsando o seu conterrâneo Asafa Powell, com o anterior máximo do mundo de 9,74. Gay, campeão do Mundo 2007 e Atleta do Ano da prestigiada revista Track & Field, foi segundo com 9,85. "Basta vir aqui, conhecer muitos jamaicanos, que me vieram apoiar, isso significou muito" comentou Bolt. "Eu só queria dar-lhes aquilo que eles queriam." Gay afirmou "obviamente, tenho algum trabalho a fazer" e "neste momento, tiro o chapéu a Bolt".

 Mais em http://www.runnersworld.com

 

Link permanente

Novo recorde dos 3.000 mts obstáculos.  Inserido Sunday 01 June 2008 20:41

Blogue de pgalego : Atletismo, Novo recorde dos 3.000 mts obstáculos.

No meetiing realizado em Neerpelt, na Bélgica, Sara Moreira estabeleceu novo recorde nacional dos 3.000 m obstáculos, com um tempo de 9.34,30,  que teve como vencedora  a etíope Sofia Assefa, com 9.33,65. O anterior máximo fora estabelecido por Inês Monteiro, com o tempo de 9.39,20. Não era de esperar que na  primeira prova da época de pista, a atleta do Maratona clube de Portugal bate-se a sua melhor marca pessoal por cerca de oito segundos, bem como o recorde nacional da distância, sendo um bom indicativo para os Jogos Olímpicos. "Correu muito bem. Andei na frente a impor o andamento até duas voltas do fim", disse Sara.

No mesmo meeting Alberto Paulo melhorou a sua marca pessoal terminando com o tempo 8.33,25, 9º classificado, nos 3.000 mts obstáculos, Pedro Ribeiro foi 12º com a marca de 8.45,50, venceu a prova o atleta etíope Mesfin Nahom com 8.14,68

http://www.iaaf.org

 

Link permanente



copyright © bloguerama.com